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Mensagens

Volta a Portugal pelas Adegas – Adega Mayor Parte I

Hugo Garcia e Rui Nabeiro  Entrada da Adega  Um sonho do comendador Rui Nabeiro tornado realidade. A sua paixão pela vinha e pelo vinho, fez nascer uma Adega no Alentejo de referência nacional e internacional. Replica do primeiro esboço do Arq. Siza Vieira  O primeiro passo foi dado em 1997 com a plantação das primeiras vinhas na Herdade da Godinha e três anos mais tarde com o alargamento da sua área de vinha à Herdade da Argamassas. No entanto, o sonho que predominava na cabeça do Comendador Rui Nabeiro, exigia mais, e após uma conversa com o conceituado Arquitecto Siza Vieira, nasce o primeiro esboço da construção de uma Adega, que em 2007 se veio a traduzir realidade, com a   construção da Adega Mayor. A Adega Mayor, nasce com base nos mesmos princípios que o Comendador Rui Nabeiro aplicou na construção da marca Delta, onde o “modelo de negócio assenta na essência relacional da magia do café”, mas aplicado ao vinho.  As planícies...

Compras de Natal - Cartuxa Reserva 2014

Cartuxa Reserva 2014, é um daqueles vinhos, que qualquer pessoa deseja ter na ceia ou no almoço de Natal, com a sua família. A sua elegância, final longo e genuinidade na boca, conjugado com o aroma a compotas de frutos vermelho e   notas de madeira, casa na perfeição com a diversidade de opções gastronómicas (peru assado no forno, polvo e bacalhau no forno), que os portugueses optam cozinhar na época natalícia, dando mais brilho ao momento. O seu preço de venda é de 32 €.

Curiosidades - Battonage

Na battonage ocorre após a fermentação alcoólica através da agitação de sedimentos que se encontram   no fundo da barricas. Esta agitação permite que estes sedimentos fiquem em suspensão, activando as leveduras, e deste modo, haja uma promoção do desenvolvimento de aromas complexos e corpo no vinho. Normalmente a Bâtonnage é feita em cada: 8, 10 ou 12 dias, dependendo das características desejadas do vinho

Flash interview com Sandra Alves enóloga do Esporão

Transmontana de gema, muito cedo descobriu a sua paixão pelo o mundo do vinho, muito por influencia do seu querido avô. Formanda em Enologia pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, complementou a sua formação, com uma Pós-Graduação em Viticultura e Enologia da Escola Superior de Biotecnologia, Universidade Católica Portuguesa do Porto, mas não ficou por aqui, e procurou sempre aprofundar os seus conhecimentos no sector. Teve a oportunidade de passar por um conjunto de projectos, que contribuiu para o seu enriquecimento profissional, tais como Quinta do Noval, Quinta do Cardo, Quinta da Romeira e Wise Vineyards, na região de Margaret River, na Austrália. Mas a verdadeira casa sempre foi o Esporão. É caracterizada como uma enóloga que procura traduzir nos seus vinhos, a importância de compreender as vinhas e o meio ambiente que caracterizam o lugar, a região da produção vitivinícola. 1 - O que é para si um bom vinho? A definição de bom vinho, pode ser mu...

Provas – Pequenos mas bons.

O vinho Antão Vaz da Herdade Malhadinha , no Baixo Alentejo, é fruto da paixão da família Soares pelas planícies alentejanas e pelos vinhos alentejanos, traduzindo essa paixão, em vinhos com carácter e amizade. Antão Vaz muito aromático, onde sobressai a fruta tropical e algumas notas de citrinos. Na boca revela corpo, sensação de amanteigado e de alguma fruta, com um final explosivo e de desejar beber mais um copo. O calor alentejano e a dedicação da família   Soares contribui muito para a elegância das uvas usadas na produção deste vinho. Pode adquirir este vinho por 12.50 €

Provas – Pequenos mas bons.

Não é a história da Carochinha , mas é um sonho de infância do seu produtor em plantar uma vinha na zona de Porto Corvo (Litoral Alentejano) e dai conhecer as uvas para a produção do seu vinho. Desse sonho nasce o vinho Monte da Carochinha 2014 , produzido das castas Arinto e Encruzado , com uma cor cítrica, no aroma destaca-se os aromas cítricos e algumas notas tropicais e na boca a mineralidade fruto da proximidade do Oceano Atlântico e a frescura. Um vinho diferente, fruto de um projecto que quer ser diferente.

Crónica - Se a vinha fosse um país?

A dimensão do seu território seria o equivalente a 6 vezes a ilha de Malta, tendo em conta, que a área de vinha plantada em Portugal no ano de 2016, correspondia a 193 mil hectares. No entanto, as perspectivas indicam que a área de vinha plantada vai aumentar, devido à carência de produção em algumas regiões e ao potencial de crescimento do sector, deste modo, a área de vinha pode atingir a dimensão do Luxemburgo. A sua divisão administrativa seria complexa, rica e fruto da sua diversidade de microclimas, solos, histórias e tradições na produção de vinho, tendo cada uma o seu perfil próprio. As regiões a existir seriam 14, sendo elas, Vinho Verde, Trás-os-Montes, Porto e Douro, Távora-Varosa, Bairrada, Dão e Lafões, Beira Interior, Lisboa, Tejo, Península de Setúbal, Alentejo, Algarve, Açores e Madeira, onde a maior região seria o Porto e Douro, seguida do Alentejo. De referir que a Região Demarcada do Douro é a mais antiga no Mundo. A capital do país seria a cidade do Porto,...